Não sabe se pode pagar um site? Peça uma demonstração gratuita primeiro
2026-09-02 · 5 min de leitura
A pergunta que quase ninguém faz em voz alta é esta: "será que eu consigo pagar um site?". E, porque ninguém a faz, a maior parte das pessoas nunca chega a pedir um orçamento. Adia. Remedeia com o Instagram e o WhatsApp, promete a si própria que trata disso quando o negócio crescer — e o negócio não cresce, em parte, porque ninguém o encontra.
Vemos isto todas as semanas. Por isso invertemos a ordem.
Primeiro vê. Depois decide.
O processo habitual de comprar um site é este: pede um orçamento, recebe um número, decide às cegas. O número assusta, o site fica para depois.
O nosso é o contrário:
- Dois minutos seus. Conta-nos o nome do negócio, o que faz, onde está e o que tem hoje online — pode ser nada. Há um formulário curto para isso.
- Uma demonstração privada. Construímos uma página real com o seu nome, os seus serviços e os seus contactos, e enviamos-lhe um link privado. Não é um modelo genérico com o logótipo colado: é o seu negócio, na sua língua, pensado para o telemóvel de quem o procura.
- A conversa, com algo na mão. Vê a demonstração, diz-nos o que mudava — e só então falamos de âmbito e de orçamento.
Se não gostar, não acontece nada. Não há fatura, não há insistência, não há "só mais uma chamada". A demonstração é uma oferta, não um compromisso.
Porque é que fazemos isto de graça
Duas razões, ambas suficientemente egoístas para acreditar nelas.
A primeira: construir uma demonstração custa-nos pouco. Trabalhamos com engenharia sénior acelerada por IA, e uma primeira página para um negócio local é exatamente o tipo de trabalho que esse processo torna rápido. Vale-nos mais mostrar do que descrever.
A segunda: a demonstração muda a conversa. Quando tem o seu site à frente, deixa de decidir sobre um número abstrato e passa a decidir sobre uma coisa concreta — "quero isto, com menos aquilo, e o botão de marcação lá em cima". É uma conversa muito mais honesta, para os dois lados.
E o orçamento? A parte que assusta
Vamos ser diretos, porque é aqui que a maioria dos estúdios fica vaga.
Não há um mínimo de projeto. Uma página bem feita para um negócio que está a começar é um projeto tão legítimo como um portal com login de clientes. Não vai ouvir "abaixo de X não fazemos".
O âmbito adapta-se ao que pode investir — não o contrário. Diz-nos o que consegue pôr no projeto e nós dizemos-lhe, com honestidade, o que cabe nesse valor: uma primeira versão pequena que resolve o problema de hoje, e um caminho para crescer por fases quando o negócio pedir. Ninguém precisa de comprar hoje o site de daqui a dois anos.
Preço fechado, por escrito, antes de começar. Sem contador de horas, sem surpresas no fim. O domínio, o site e o código ficam seus.
Se não fizer sentido, dizemos. Há casos em que a resposta certa é "ainda não" — e nesses casos dizemos-lhe o que pode fazer de graça entretanto (o Perfil de Empresa no Google, por exemplo) e quando voltar a falar connosco.
E se o seu negócio é grande? O processo é o mesmo. Muda o âmbito, muda o faseamento; não muda a forma de trabalhar. A mesma equipa sénior faz a página de um café e o portal de uma empresa com cinquenta pessoas.
Para quem é isto
- Para quem está a começar e não sabe se um site é para já. Fizemos um teste de dois minutos exatamente para isto.
- Para negócios locais sem site, ou com um site de 2016 que já não representa o que fazem.
- Para quem já se queimou uma vez — pagou, recebeu pouco, o fornecedor desapareceu — e quer ver antes de pagar.
- Para quem não sabe o que pedir. Não precisa de saber. O nosso trabalho é perguntar.
Para quem não é: se ainda está a testar uma ideia e não sabe se alguém vai pagar pelo seu produto, um site é dinheiro parado. Valide primeiro — o teste «Que site precisas?» diz-lhe se hoje ainda não precisa de nós.
O que acontece depois de pedir
Recebe uma resposta de uma pessoa, não de um robô — por email ou, se deixar o número, por WhatsApp. Depois, o link da demonstração. Depois, se quiser, uma conversa curta sobre o que mudava e sobre o orçamento certo para o seu caso.
Não recebe newsletters. Não partilhamos os seus dados com ninguém. E não lhe vamos ligar todos os dias.
Perguntas que nos fazem antes de pedir
Fico obrigado a alguma coisa? Não. A demonstração é nossa; a decisão é sua.
E se quiser mudanças na demonstração? Ótimo — é para isso que ela existe. "Mudava isto" é o início da conversa certa.
O que precisam de mim? Os dois minutos do formulário. Fotografias e textos definitivos vêm depois, se avançarmos — e ajudamos com isso.
O meu orçamento é mesmo pequeno. Vale a pena pedir? Vale. É precisamente para si que existe a frase "não há mínimo de projeto". Se não couber, dizemos — e dizemos o que fazer entretanto.
E se eu quiser um site grande, com loja e integrações? Também começa aqui. A demonstração mostra a direção; o faseamento e o orçamento tratam do resto.
Peça a sua demonstração gratuita. Dois minutos, nenhum compromisso, e finalmente uma resposta à pergunta que ninguém faz em voz alta.
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